Outsourcing de impressão costuma entrar no radar de uma empresa quando a impressora deixa de ser apenas um equipamento de apoio e começa a virar uma fonte constante de chamados, compras emergenciais, atrasos e perda de tempo operacional.
Em uma PME da região metropolitana de Porto Alegre, isso aparece de forma bem prática: a impressora do financeiro trava em dia de fechamento, o toner acaba sem aviso, uma área compra suprimento por conta própria, outra chama um técnico diferente, e ninguém consegue dizer com clareza quanto a empresa realmente gasta para manter tudo funcionando.
Você não está sozinho nessa situação. Para muitas empresas, impressão ainda parece um assunto pequeno. Mas, no dia a dia, ela consome tempo, orçamento e atenção de pessoas que deveriam estar focadas em áreas mais estratégicas do negócio.
Neste guia, você vai entender o que é outsourcing de impressão, como ele funciona, quais custos entram na conta, quando faz sentido contratar e como avaliar um fornecedor sem cair em contrato mal explicado.
O que é outsourcing de impressão?
Outsourcing de impressão é a terceirização da estrutura de impressão da empresa. Em vez de comprar impressoras, manter estoque de toner, contratar manutenção avulsa e lidar com falhas internas, a empresa passa a contar com um fornecedor responsável pelos equipamentos, suprimentos, suporte e acompanhamento da operação.
Na prática, o modelo transforma uma rotina que costuma ser reativa em uma estrutura mais previsível.
Em vez de a empresa descobrir o problema quando alguém precisa imprimir e não consegue, o fornecedor passa a ser responsável por manter os equipamentos funcionando, repor suprimentos conforme o contrato e prestar suporte dentro de um prazo combinado.
Na Art Jet, por exemplo, o comodato de impressoras é o carro-chefe do portfólio, com atuação em Gravataí e em toda a região metropolitana de Porto Alegre. A base da solução é custo mensal, suprimentos automáticos, monitoramento e SLA de suporte em até 24h, conforme os materiais estratégicos da empresa.
Para quem cuida da infraestrutura da empresa, a pergunta principal não é apenas “terceirizar ou não terceirizar”. A pergunta mais importante é: quanto tempo, dinheiro e energia a empresa está gastando para manter impressoras próprias funcionando?
Essa resposta quase nunca está em uma única nota fiscal. Ela aparece espalhada em compras de cartucho, chamados internos, visitas técnicas, paradas de operação, equipamentos antigos e retrabalho.
Quanto custa manter impressoras próprias?
O custo de uma impressora própria não termina na compra do equipamento.
Na verdade, para muitas empresas, a compra é só o começo. Depois vêm toner, cilindro, peças, manutenção, energia, tempo da equipe, suporte emergencial, descarte de suprimentos e substituição quando o equipamento fica ultrapassado.
O problema é que esses gastos aparecem em momentos diferentes. Por isso, a empresa tem a sensação de que está gastando “pouco”, quando na verdade está apenas pagando de forma espalhada.
Para calcular o custo real, vale começar listando:
- valor pago pelos equipamentos atuais;
- idade média das impressoras;
- custo mensal com toner, cartucho e peças;
- número de chamados internos relacionados à impressão;
- tempo gasto para resolver falhas;
- custo de assistência técnica avulsa;
- impacto operacional quando uma impressora para;
- necessidade de impressões coloridas, A3 ou alto volume;
- perdas por compra errada de suprimento;
- estoque parado de cartuchos ou toners incompatíveis.

Aqui entra um ponto importante: se a empresa não mede esses dados hoje, não vale inventar número. O primeiro passo é levantar a realidade atual.
A Art Jet trabalha com planos personalizados de locação de impressoras a partir de R$ 120,00, conforme o perfil da empresa, volume de impressão e necessidade de equipamento.
Isso não significa que toda empresa vai pagar esse valor. Significa que existe uma porta de entrada e que o plano deve ser montado conforme a rotina real de uso.
A comparação correta não é “mensalidade versus preço da impressora”. A comparação correta é: custo total da estrutura própria versus custo mensal previsível com suporte, suprimentos e gestão incluídos.
Quando o outsourcing de impressão faz sentido para uma PME?
O outsourcing de impressão faz sentido quando a impressão já deixou de ser um detalhe e começou a gerar ruído operacional.
Isso pode acontecer em empresas pequenas, médias ou em crescimento. O ponto não é apenas o número de impressoras, mas o impacto que elas têm na rotina.
Alguns sinais indicam que vale avaliar a mudança:
- os suprimentos acabam sem planejamento;
- há mais de um fornecedor envolvido no suporte;
- a empresa não sabe quanto gasta por mês com impressão;
- equipamentos antigos ainda são mantidos por falta de decisão;
- áreas críticas dependem de impressão diária;
- há picos de uso em fechamento, faturamento, logística ou atendimento;
- o financeiro cobra previsibilidade, mas os gastos variam todo mês.
Esse cenário é comum em PMEs porque a empresa cresce antes de estruturar alguns processos internos. A impressão acompanha esse crescimento de forma improvisada, até que começa a incomodar.
O outsourcing ajuda justamente porque organiza a operação.
Em vez de vários pontos soltos, a empresa passa a ter uma estrutura mais clara: contrato, equipamento adequado, suprimento previsto, suporte definido e custo mensal mais fácil de acompanhar.
Para uma PME da região metropolitana de POA, esse modelo também reduz a dependência de soluções emergenciais. Em vez de correr atrás de toner ou técnico no meio do expediente, a empresa passa a ter um parceiro responsável por manter a operação rodando.
Como funciona um contrato de outsourcing de impressão?
Um contrato de outsourcing costuma reunir equipamento, manutenção, suporte e suprimentos em um modelo mensal.
Cada fornecedor pode trabalhar com regras próprias, mas uma proposta séria precisa deixar claro:
- quais equipamentos serão instalados;
- qual volume de impressão está incluído;
- como funciona a cobrança por excedente;
- quais suprimentos estão contemplados;
- quais itens não estão incluídos;
- qual é o prazo de atendimento;
- como funciona a troca de equipamento;
- qual é a duração do contrato;
- quais são as regras de reajuste, renovação e cancelamento.
O contrato precisa ser lido junto com a operação. Não basta olhar o preço mensal. É preciso entender se o pacote atende a rotina real da empresa.
Uma proposta barata, mas sem suporte rápido, pode sair cara no primeiro problema. Uma proposta com equipamento inadequado pode gerar filas de impressão, lentidão e reclamações. Um contrato sem clareza sobre excedentes pode criar ruído com o financeiro depois de alguns meses.
Por isso, o ideal é fazer um diagnóstico antes de contratar.
Esse diagnóstico deve observar quantas impressoras existem hoje, quais setores imprimem mais, quais documentos são críticos, que tipo de impressão é necessário e quais problemas acontecem com mais frequência.
Com esses dados, o fornecedor consegue sugerir um plano mais coerente. Sem diagnóstico, a contratação vira chute.
Exemplo prático: quando a impressora pequena começa a custar caro
Imagine uma PME comercial em Gravataí com uma equipe administrativa enxuta. A empresa tem uma impressora multifuncional própria, comprada há alguns anos, usada por financeiro, compras e atendimento.
No começo, ela dava conta. Mas a operação cresceu.
Agora, todo fechamento de mês concentra boletos, relatórios, contratos e documentos internos. Quando o toner acaba, alguém precisa sair para comprar. Quando a impressora trava, outra demanda precisa ser interrompida para resolver o problema. Quando a manutenção demora, o setor improvisa enviando documentos para outra unidade ou atrasando processos internos.
O custo visível parece simples: toner e uma manutenção de vez em quando.
Mas o custo real inclui tempo perdido, urgência, retrabalho, deslocamento, compras sem planejamento e dependência de um equipamento que já não acompanha o ritmo da empresa.
Nesse cenário, o outsourcing não entra apenas para “trocar a impressora”. Ele entra para reorganizar a rotina.
A empresa pode passar a ter um equipamento dimensionado para o volume correto, suporte com prazo definido, suprimento previsto e custo mensal mais claro.
Esse exemplo não usa números fechados porque eles dependem da realidade da empresa. O correto seria levantar o volume mensal, o custo de suprimentos, o valor de manutenção e o tempo gasto internamente. Com isso, é possível comparar o modelo atual com uma proposta de outsourcing.
O que avaliar antes de contratar um fornecedor?
Antes de contratar, avalie o fornecedor como parceiro de operação, não apenas como locador de impressora.
Para uma PME, o risco não está só no preço. Está na falta de suporte, na dificuldade de comunicação, na demora para reposição de suprimentos e na ausência de clareza contratual.
Alguns pontos merecem atenção.
Atendimento regional
Verifique se o fornecedor atende sua cidade com agilidade. Para empresas da região metropolitana de POA, a proximidade pode reduzir atrasos em suporte presencial.
A Art Jet está sediada em Gravataí e atende empresas da região metropolitana de Porto Alegre, o que facilita o contato, a visita técnica e o suporte quando a operação precisa de resposta rápida.
Prazo de suporte claro
Toda proposta precisa deixar claro qual é o prazo de atendimento.
Esse ponto é essencial porque impressora parada não impacta apenas a área administrativa. Dependendo da empresa, pode atrasar faturamento, logística, contratos, atendimento ao cliente e processos internos.
Diagnóstico antes da proposta
Desconfie de proposta feita sem entender seu volume, setores, equipamentos atuais e dores da operação.
O plano ideal depende da realidade da empresa. Uma operação com baixo volume de impressão tem uma necessidade. Uma empresa que imprime diariamente documentos fiscais, relatórios, etiquetas, contratos ou materiais internos tem outra.
Suprimentos incluídos e regras de excedente
Veja exatamente o que está incluído. Pergunte como funciona a reposição e como são cobradas impressões acima do pacote.
Esse ponto evita surpresa depois da contratação.
O combinado precisa estar claro desde o início: o que está incluso, o que é excedente, quando há cobrança adicional e como a empresa acompanha esse consumo.
Clareza para o financeiro
Um dos grandes benefícios do outsourcing é transformar gastos espalhados em um custo mensal mais previsível.
Mas isso só funciona se o contrato for simples de entender.
A proposta precisa mostrar o valor mensal, o volume contratado, as condições de suporte, as regras de suprimento e os possíveis custos extras. Quanto mais clara for a contratação, menor o risco de ruído depois.
Outsourcing é só para empresas grandes?
Não. Esse é um mito comum.
Muitas PMEs acham que outsourcing é uma solução feita apenas para grandes empresas com dezenas de impressoras. Mas o ponto principal não é o tamanho da empresa. É a dependência que ela tem da impressão e o custo de manter tudo internamente.
Uma empresa pequena pode ter uma operação crítica de impressão. Uma escola, uma clínica, um escritório contábil, uma transportadora, uma indústria local ou um comércio com área administrativa podem depender de documentos impressos todos os dias.
Se a impressora para e a operação atrasa, o problema já é relevante.
Para empresas menores, a vantagem pode estar justamente em não precisar investir alto na compra de equipamento. Em vez de imobilizar capital em uma impressora, a empresa contrata uma estrutura adequada ao uso e transforma parte da operação em custo mensal previsível.
Esse ponto é importante para PMEs que precisam crescer com controle. A empresa não quer mais um equipamento antigo para manter, o financeiro não quer surpresas e a direção quer produtividade.
O outsourcing se encaixa quando esses interesses se encontram.
Como calcular se vale a pena para sua empresa?
Para saber se vale a pena, você precisa comparar o modelo atual com o modelo contratado.
Comece com uma planilha simples. Não precisa ser perfeita no primeiro momento. O importante é sair da sensação e entrar na análise.
Liste os custos dos últimos 6 a 12 meses:
- compra de impressoras;
- manutenção avulsa;
- toner, cartucho, cilindro e peças;
- assistência técnica;
- tempo gasto para resolver problemas;
- equipamentos parados;
- impressões terceirizadas por emergência;
- desperdício por erro, falha ou equipamento ruim.
Depois, registre a necessidade atual:
- quantas páginas são impressas por mês;
- quais setores usam mais;
- quais documentos são críticos;
- qual nível de disponibilidade é necessário;
- se há demanda por impressão colorida, frente e verso ou A3;
- se a empresa precisa de digitalização;
- quais horários têm maior volume.
Com isso em mãos, solicite uma proposta de outsourcing e compare.
A decisão não deve considerar apenas o menor preço. Ela precisa considerar previsibilidade, suporte, redução de urgências e adequação do equipamento.
Se a sua empresa ainda não tem esses dados, uma avaliação inicial com um fornecedor local pode ser o primeiro passo. Ela ajuda a mapear a situação atual e transforma uma dúvida genérica em uma comparação objetiva.

Perguntas frequentes sobre outsourcing de impressão
Outsourcing de impressão e comodato são a mesma coisa?
São conceitos próximos, mas não exatamente iguais em todos os casos.
O comodato geralmente envolve o uso do equipamento cedido mediante contrato. Já o outsourcing costuma abranger uma gestão mais completa da operação, incluindo suporte, suprimentos, manutenção e organização do parque de impressão.
O fornecedor fornece o toner?
Em modelos completos, sim, os suprimentos podem estar incluídos conforme o contrato.
Mas é essencial confirmar o que está dentro do plano, como funciona a reposição e quais itens podem gerar cobrança extra.
A empresa precisa comprar a impressora?
Normalmente, não.
Uma das vantagens do outsourcing é evitar a compra do equipamento e trabalhar com um modelo mensal. Na Art Jet, os planos personalizados de locação de impressoras começam a partir de R$ 120,00, conforme necessidade e perfil da empresa.
O suporte é presencial?
Depende do fornecedor e da região atendida.
No caso da Art Jet, o atendimento é focado em Gravataí e na região metropolitana de Porto Alegre, com suporte para empresas que precisam de resposta próxima e atendimento direto.
Vale a pena para empresa com poucas impressoras?
Pode valer, desde que a impressão seja importante para a operação ou esteja gerando custos recorrentes.
O número de impressoras importa, mas não é o único critério. A criticidade da impressão pesa bastante.
Como saber qual plano contratar?
O ideal é fazer uma avaliação do parque de impressão atual.
Volume mensal, tipo de documento, setores envolvidos, equipamentos existentes e histórico de falhas ajudam a definir o plano correto.
Impressão precisa ser gerida, não improvisada
Para uma PME da região metropolitana de POA, impressão não deve ser tratada como um problema menor só porque parece operacional.
Quando a impressora para, alguém precisa resolver. Quando o toner acaba, alguém precisa comprar. Quando o custo aparece fora do previsto, alguém precisa explicar. E quando ninguém tem clareza sobre o processo, a empresa inteira paga um pouco dessa conta.
O outsourcing organiza essa rotina. Ele não serve apenas para trocar equipamento, mas para dar previsibilidade, suporte e controle a uma área que muitas vezes cresce no improviso.
Se a sua empresa está em Gravataí ou na região metropolitana de Porto Alegre e quer entender se esse modelo faz sentido, o próximo passo é levantar os custos atuais e comparar com uma estrutura mais organizada.renciada.
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